A
história de Santo Antônio Claret
Rua termina no Balão do
Castelo
Antônio Maria Claret nasceu
em 1.807 em Sallent, província de Barcelona
(Espanha), ao ser batizado recebeu o nome de Antônio
Maria como sinal da intimidade com a Virgem: "Nossa
Senhora é minha Mãe, minha Madrinha,
minha Mestra, meu tudo, depois de Cristo",
repetia.
Antônio Maria ajudou o pai numa fábrica
de tecidos até os 22 anos, quando entrou
para o seminário, pois almejava um sacerdócio
santo e como padre desejou se consagrar nas difíceis
missões da Espanha. Ao ver a pobreza dos
missionários e as portas se abrindo, Antônio
Maria, com amigos tratou de fundar a Congregação
dos Missionários filhos do Imaculado Coração
de Maria, conhecidos como os Claretianos. Foi também
fundador das Religiosas de Maria Imaculada.
Em 1849, a rainha Isabel II da Espanha designou
o Pe. Claret como Arcebispo de Havana, em Cuba,
onde por sete anos, fez de tudo, até arriscar
a própria vida, para defender os oprimidos
da ilha e converter a todos. Conta-se que ao chegar
às terras cubanas foi logo visitar e consagrar
o apostolado a Nossa Senhora do Cobre.
Voltou à Espanha, tornou-se confessor e conselheiro
particular da rainha; participou do Concílio
Vaticano I, e ao desviar-se de calúnias exilou-se
na França onde mesmo perseguido pelos revolucionários
anticristãos continuou o apostolado, escreveu
sermões, folhetos e livros até passar
pela morte e chegar na glória em 24 de outubro
de 1870.
No Brasil, a obra claretiana teve início
em 1895, com a chegada dos primeiros dez missionários
a São Paulo, de onde se difundiu para vários
outros Estados. Hoje se encontram as casas dos Missionários
Claretianos nos Estados de São Paulo, Paraná,
Mato Grosso, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás
e Rondônia. Uma sede está em São
Paulo, à Rua Martim Francisco, 636, no Centro.
Em Campinas, a Rua Santo Antonio Claret, que começa
no Balão do Castelo e termina na Avenida
Marechal Rondon, no Jardim Chapadão, foi
nomeada em 14 de maio de 1956 pelo prefeito Ruy
Novaes.